Acessibilidade para todos nos condomínios residenciais


Acessibilidade em ambientes residenciais ainda é um ponto pouco debatido em assembleias e, às vezes, até deixado de lado por alguns síndicos, mas fornecer acesso fácil a todos os moradores e visitantes do condomínio é lei e um tema importante para todos. Caso o seu prédio ainda não esteja por dentro dessas regras, é uma boa questão a ser levada para a administração de condomínios.

As prudências que devem ser tomadas para realizar as modificações no condomínio a fim de enquadrá-lo no regulamento de acessibilidade não necessitam de quórum qualificado, ou seja, mesmo que menos de dois terços dos moradores estejam na assembleia para voto das obras, as mudanças podem ser providenciadas.

Alterações a realizar

As principais alterações a serem feitas se referem às áreas comuns do condomínio. Rampas de acesso em pontos de desnível, piso antiderrapante, avisos e botões dos elevadores em braile, são algumas delas.

Faz parte da legislação de acessibilidade poupar vagas para pessoas com necessidades especiais. Estas vagas, de preferência, devem se encontrar em áreas anexas aos elevadores ou entradas do prédio.

Nos apartamentos

Existem detalhes que podem passar despercebidos pelos demais, porém, especialmente para cadeirantes e idosos, simples adequações fazem toda a diferença nos ambientes.

Banheiros mais largos, geralmente com no mínimo 1,5 metros de largura, oferecem espaço satisfatório para o cadeirante se movimentar adequadamente no local.

Aumentar portas dos cômodos, deixando-as com, no mínimo, 80 centímetros de largura também oferecem o espaço necessário para o acesso de pessoas com necessidade de cadeiras de rodas.

Barras de ferro ao lado do vaso sanitário ajudam no equilíbrio de idosos e servem de base para cadeirantes se deslocarem. Em alguns casos, estas barras também são instaladas em outros locais do prédio, como corredores, por exemplo, servindo como um corrimão.

A altura de pias, mesas e de outros móveis comuns também pode ser adaptada e ajustada conforme a necessidade do residente.

Valorização do imóvel

Mesmo que não existam moradores com necessidades especiais, um condomínio que ofereça estes recursos passa a ser bem visto na hora da venda ou aluguel dos apartamentos.

A administradora de condomínios deve ter atenção com o fato de que novos condomínios devem oferecer no mínimo 15% de suas unidades com estas adequações realizadas de acordo com as leis estabelecidas.

Mesmo que os condôminos não tenham estas necessidades, o prédio precisa estar pronto para receber visitantes com estes atributos, ou caso um dos moradores passe por algum tipo de acidente ou tratamento e precise de cadeira de rodas ou muletas temporariamente.

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