Harmonia nos condomínios residenciais


As pessoas que moram ou trabalham em um condomínio residencial sabem muito bem que é comum haver desaprovações e desentendimentos. Estes acontecimentos são habituais, afinal conviver com pessoas de diferentes culturas e costumes pode ser uma tarefa complicada. Em alguns casos não são apenas conflitos entre os próprios moradores, como também entre eles e a  administradora de condomínios, ou com o síndico.

Como estes desentendimentos geralmente começam?

Os conflitos podem ser originados por diversas razões. Muitas vezes a forma de conduzir a administração não agrada os condôminos e estes nem sempre sabem se expressar corretamente e acaba sobrando para o síndico ou zelador levarem a “bronca”, ao invés deles exporem a questão de desagrado na assembleia geral do condomínio, por exemplo.

Pode haver também a possibilidade de que os gestores do condomínio não estejam dando a atenção devida para casos mais delicados, como inadimplência, por exemplo, que acabam gerando uma comoção por grande parte dos condôminos.

E existem os problemas mais comuns, normalmente entre os próprios moradores, por questões de barulho, animais domésticos, infiltrações, vagas de garagem, entre outras causas que são temas triviais de conflitos.

Para haver paz

Para que seja oferecido um ambiente mais sossegado e de boa convivência, indica-se ao síndico, que normalmente é quem interfere e vira mediador do desentendimento, tomar algumas medidas fundamentais como:

  • Fazer com que, de maneira imparcial, a Convenção e o Regulamento do condomínio sejam adotados. A maior parte dos conflitos residenciais inicia exatamente por conta do descumprimento destas normas internas. Isto se torna ainda mais agravante quando determinados moradores, por terem uma amizade e intimidade maior com o síndico, se sentem privilegiados. O síndico deve dar o exemplo de cumprimento destas regras independente do grau de afeto que tenha com os condôminos;
  • Diante de todos os colaboradores e moradores, o síndico deve assumir seu papel de líder, sem usar força bruta ou ameaças que amedrontem qualquer pessoa. O respeito deve ser adquirido dia a dia, ao longo do tempo do síndico no cargo, através de ações conciliatórias e da valorização do trabalho em equipe, por exemplo;

Realizar pesquisas de satisfação, saber ouvir as opiniões de todos os moradores, sobre necessidade de obras, desempenho das equipes de colaboradores, sobre a administração de condomínios, entre outros assuntos, com a finalidade de resolver os objetivos da gestão.

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