Arquivo de Outubro, 2013

Vida em condomínio – Mudanças e transportes de móveis

Mudança no condomínioNa maioria das situações, os condomínios buscam maneiras de todos utilizarem os espaços comuns, a fim de garantir uma convivência saudável entre os condôminos e deixar sempre os equipamentos em boas condições de uso. Nos casos de mudanças e transportes de móveis e outros objetos de grande porte, existem regras e elas não podem faltar ao Regimento Interno do condomínio.

Estas situações de mudanças, içamentos ou transportes de mobília geram transtornos, tanto para o morador quanto para os membros da administração de condomínios, pois, podem gerar o desgaste dos elevadores, dos portões automáticos do prédio, dificulta também a análise dos sistemas de segurança, além de trazer incômodos, como o barulho, por exemplo. Para não haverem problemas, existem algumas normas que podem ser seguidas.

Normas de mudanças

Para transportar todos os itens da mudança é preciso ter muita cautela, tanto com os objetos que estão sendo transportados quanto com os elevadores, as escadas e os corredores do prédio. Para isso, seguem algumas normas:

  • Definir dias e horários permitidos para a mudança;
  • Liberar elevadores especificamente para o transporte;
  • Disponibilizar um espaço para armazenamento temporário dos objetos;
  • Especificar quais as rampas e portões que poderão ser utilizados;
  • Cadastrar os carregadores das empresas transportadores que poderão acessar o condomínio;
  • Exigir um tempo mínimo de comunicação prévia;

Normas de mudanças

Para as administradoras também existem normas

Existem também algumas normas para as administradoras de condomínios, tais como:

  • Destacar as responsabilidades que o morador terá caso ocorra algum dano à estrutura do prédio e das áreas comuns;
  • Selecionar um funcionário para acompanhar e auxiliar com as informações da mudança;
  • Permitir apenas uma delas por dia; e,
  • Comunicar os demais moradores e funcionários sobre a movimentação.

Administradora de condomínios – Por que contratar uma?

Embora muitos pensem o contrário, as atividades de um síndico não são fáceis. A organização e a manutenção do prédio inteiro, as reuniões gerais de condôminos, a administração dos funcionários, problemas contábeis, ouvir todas as reclamações dos moradores, entre outras tarefas, pode ser trabalhoso e difícil de lidar.

Atentas a estas características da profissão, existem empresas que vêm se destacando, oferecendo serviços de administração de condomínios e síndico profissional.

O que estas empresas fazem?

As empresas focadas na administração de condomínios realizam prestações de serviços, assistência aos síndicos e aos moradores do prédio e, devido à grande vantagem vêm apresentando, têm sido cada vez mais procuradas.

Dentre as funções desempenhadas pela empresa administradora, estão inclusas principalmente assistências, não só ao síndico, mas também aos moradores, aos conselheiros e, de forma funcional, ao próprio condomínio, com o intuito de trazer mais segurança e eficiência na administração.

Administradoras de condomínios

As administradoras de condomínios são responsáveis pelos suportes tributários, contábeis, financeiros, pelas assistências quanto à manutenção do condomínio, à gestão especializada no âmbito Trabalhista, na contratação, no acompanhamento e no desenvolvimento das funções.

Além de não deixar de exercer as responsabilidades de acompanhamento de sistema previdenciário, civil, contratual e de manter a gestão das prestações de serviços contratados, tais como limpeza, manutenção da parte elétrica, elevadores, etc.

Síndico Profissional

O síndico profissional é um serviço muito procurado por condomínios em que os moradores não têm tempo para se responsabilizar pela administração, não despertando assim o interesse de assumir o cargo de síndico. Neste caso, o síndico profissional entra em cena. Pode ser contratado por uma administradora, porém, é importante lembrar que, por mais que o síndico profissional assuma este cargo no condomínio, ainda assim, os serviços de uma administradora de condomínios não devem ser abdicados, afinal, como já informado antes, tais atividades são importantes para dar assistência ao síndico, seja ele profissional ou morador.

Etapas para contratar uma administradora de condomínios

As pessoas que não moram em um condomínio, na maioria das vezes, têm uma ideia equivocada de que ser síndico é algo fácil e tranquilo, entretanto, somente quem já desempenhou ou desempenha esta função, sabe o trabalho que é. Ao se tornar um síndico, muitos se veem realizando a seguinte pergunta: Será que devo contratar uma administradora de condomínios? A resposta é: Sim!

Por que contratar uma administradora?

A rotina de um condomínio pode ser facilmente comparada a de uma empresa e, sendo assim, precisa de uma boa administradora de condomínio que auxilie ao síndico em diversas tarefas, como a realização do pagamento de todos os colaboradores, resolver questões jurídicas burocráticas, ajudar na comunicação interna do condomínio, entre outras atividades.

Como contratar uma administradora de condomínios.Como contratar?

É preciso ter bastante cautela ao contratar uma administradora. Afinal, os serviços de administração de condomínios são essenciais, portanto, deve-se contratar uma empresa com boas experiências e, para certificar-se disto, peça à empresa uma lista com alguns dos condomínios administrados por ela e, se possível, visite alguns deles. Após realizar esta análise minuciosa, contrate aquela que mais agradar quanto ao custo x benefício.

Após contratar

É ideal deixar as funções de administração do dinheiro do condomínio nas mãos do síndico, deixando as funções de pagamentos, administração e recursos humanos com a administradora contratada. Outra dica é manter sempre a posse dos documentos do prédio, como os recibos de tributos, por exemplo, pois, de acordo com a lei, isto deve estar sob a responsabilidade do síndico, a administradora deve apenas auxiliá-lo quando necessário, em problemas burocráticos e jurídicos, mas não cabe à empresa ter posse da documentação do condomínio.