Entenda o novo plano diretor de São Paulo


Plano diretor São Paulo

Compreenda as interessantes alterações na maior cidade da América Latina com o novo plano de crescimento.

Cinza e caos são palavras que podem ser utilizadas para retratar a cidade de São Paulo. O Plano diretor estratégico (PDE) foi reformulado pela atual gestão da prefeitura de Fernando Haddad, PT. A intenção é traçar um controle e metas de desenvolvimento ordenado. O texto a seguir aborda o tema para melhor compreensão.

Um tema discutido amplamente pelo novo plano diretor é a verticalização ordenada da cidade. Uma das ideias centrais usa como slogan a “cidade compacta”. A intenção é ordenar e incentivar crescimento vertical em regiões corretas e controlar em outras áreas especiais.

Sobre condomínios, as vagas nas garagens serão limitadas. Outro ponto a se atentar será que aonde tiver uma fachada com estabelecimentos comerciais, estes empreendimentos receberão incentivos da prefeitura. As propostas no campo privado podem ser estudadas por administradoras de condomínio e pelos próprios moradores.

Cota de solidariedade

Outro aspecto interessante presente no novo plano diretor é a cota de solidariedade. Ela se baseia em uma ideia presente já em diversas cidades como Nova Iorque. Empreendimentos de grande porte (acima de 20000 m²) precisarão destinar 10% do imóvel, ou outra área equivalente na região, para construção de moradias com interesse social.

Esta medida busca igualdade em condições desiguais de renda para habitantes da cidade. Resultado também será a contenção do crescimento horizontal e a busca da ideia de cidade compacta.

A verticalização correta

Normalmente, a ideia de verticalizar a cidade é combatida por receio do acumulo de habitantes, e como consequência, aumento do transito.

É importante, em contraposição, pensar que a questão não é tão simples. Se controlada, a verticalização realizada em locais corretos pode desafogar o transito. Este ponto funciona quando pensamos em um projeto intercalado com o transporte público da metrópole.

Já em bairros distantes, o novo plano diretor estratégico prevê controle da altura dos edifícios. Esta medida visa conservar bairros distantes e evitar excessos e trânsitos caóticos. Repensar a cidade é algo que se mostrou necessário e enfim foi realizado.

Zonas rurais

Outra medida interessante é a que resgata as zonas rurais da capital paulista. Extintas em 2002 pela ex-prefeita Marta Suplicy, PT, o novo plano resgata essas áreas e incentiva a agricultura familiar em bairros mais isolados do extremo sul da capital.

O plano visa proteger 25% do território do município e criar emprego, renda e turismo rural nestas áreas.

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