Arquivo de Abril, 2015

Como lidar com a Inadimplência em condomínios

Como lidar com a Inadimplência em condomínios

A vida em Condomínio não é uma tarefa das mais fáceis e todos nós já vivemos alguma situação em que tivemos que usar muito jogo de cintura pra preservar a boa convivência e resolver os problemas da melhor maneira possível, não é verdade?

E um dos problemas bastante comuns é a inadimplência com relação aos pagamentos. Se isso interferisse apenas na vida do não pagador, tudo bem. Todavia, existem situações onde existe a necessidade de cobrir gastos daqueles que não podem – ou não querem – pagar em dia.

Com relação a atrasos nos pagamentos, o que devemos fazer para melhor conduzir essa situação? É importante ter em mente que há medidas que o síndico pode tomar. Vamos conhecer algumas delas?

 

1 – Multa por não pagamento após condenação na Justiça

É permitido cobrar multa de 10% se, após condenação na Justiça, o valor devido não for pago em até 15 dias.

 

2 – Penhora

A penhora é o ponto máximo da ação judicial. O bem penhorado pode ser desde um carro (para dívidas menores) até o próprio imóvel do devedor. O condomínio tem a preferência no recebimento de atrasados caso o devedor esteja inadimplente com outras pessoas.

 

3 – Boletos vencidos

Em estados como Rio de Janeiro e São Paulo é possível protestar boletos vencidos de forma legal. Todavia, o condomínio deve fazer isso da forma correta pra não correr o risco de ser processado por danos morais pelo condômino.

 

4 – Proibição de votar, juros e multa de 2%

É permitido cobrar multa de 2% e também juros de até 1% ao mês (ou segundo o que foi definido na Convenção) por atrasos nos pagamentos.

Além disso, a inadimplência proíbe o condômino de votar ou ser votado nas assembleias do condomínio.

 

5 – Acordos partindo do inadimplente

Existem as situações em que o inadimplente realmente teve problemas que o impediram de pagar suas despesas e a medida mais correta é que este procure imediatamente o síndico ou a administradora para comunicar a situação e demonstrar a sua vontade de quitar suas dívidas. Essa é a melhor forma de administrar o problema e resolvê-lo de forma que não haja constrangimentos.

 

 

Quer saber mais sobre a inadimplência do seu condomínio? Procure a administradora do condomínio e esclareça todas as suas dúvidas.

Dicas para enfrentar a falta de água em condomínios

Dicas para enfrentar a falta de água em condomínios

Vários problemas atormentam a vida de síndicos e condôminos. E uma das causas que mais desesperam todos os moradores é a falta de água, um transtorno considerado até pior do que a falta de luz.

E para evitar ou, pelo menos, buscar soluções rápidas, é necessário que o síndico esteja atento a alguns fatores e que os moradores também o auxiliem pelo bem de todos.

O bom funcionamento da bomba de água é fundamental para que não haja este transtorno. Por isso, é missão do síndico:

– Todos os dias deve-se fazer a checagem do consumo de água dos moradores do condomínio;

 

– A caixa d’água deve ser monitorada com regularidade para que problemas como rachaduras, vazamentos e entupimentos sejam identificados.

 

– A manutenção da bomba de água deve estar em dia;

 

Agora, se a falta de água for decorrência de problemas na concessionária, é importante tomar algumas atitudes:

– O síndico deve entrar em contato com a companhia fornecedora de água para informar o problema e também para saber se existe previsão de normalização do fornecimento;

 

– Caso demore a normalização ou se não houver previsão, uma solução é a contratação de caminhão-pipa;

 

– Ao entrar em contato com a concessionária, existe a possibilidade da interrupção do pagamento ter ocorrido em função do não pagamento das contas mensais. Neste caso, é preciso negociar o pagamento da dívida com os moradores e a companhia de fornecimento;

 

Além disso, os condomínios podem desenvolver campanhas de conscientização para a economia de água. Tome nota de algumas ideias:

– Fechar a torneira enquanto passa-se sabão em louças ou talheres;

– No banho, ao ensaboar-se, manter o chuveiro fechado;

– Usar descarga do vaso sanitário apenas o necessário;

– Reutilizar água sempre que necessário. Por exemplo, a água da máquina de lavar serve para jogar no vaso sanitário ou para lavar a calçada;

– Captar água da chuva com baldes, que podem ser usada para lavar carros, calçadas e quintais.

 

Quer saber mais sobre a falta de água em condomínio? Procure a administradora do condomínio e esclareça todas as suas dúvidas.

Regras sobre deixar crianças sozinhas em áreas comuns do condomínio

Regras sobre deixar crianças sozinhas em áreas comuns do condomínio.

Morar em condomínio transmite uma sensação de segurança, em especial para os pais, que encontram um bom lugar para que seus filhos brinquem e se relacionem com colegas. A existência do controle da portaria permite maior tranquilidade, o que geralmente não é possível quando a pessoa reside em casas de ruas abertas e sem uma segurança efetiva.

Todavia existem restrições e, muitas vezes, discordâncias quanto à presença dos pequenos em áreas comuns do condomínio sem a presença dos respectivos pais ou responsáveis.

Como todos nós já sabemos, em geral, as crianças querem mesmo é se divertir e, muitas vezes, acabam extrapolando os limites (são apenas crianças). Por isso, o dever de limitar o acesso delas tem que partir de seus pais; caso contrário, vários constrangimentos podem ocorrer entre os moradores.

Os pais devem ter a consciência de que se trata de um espaço onde todos têm os mesmos direitos e os mesmos deveres. Por isso, até mesmo dentro de seus apartamentos, a criança pode incomodar o vizinho em algumas situações de excesso de barulho.

E falando especificamente de áreas comuns do condomínio, a situação torna-se ainda mais delicada, pois em muitos casos encontramos crianças brincando pelos espaços sem a presença de um responsável. O que fazer? Será que existe uma regra única para todos os condomínios?

Não existe uma regra que unifique a resolução deste problema, até porque cada condomínio traz consigo as características daqueles moradores. Mas é certo que todos devem buscar alternativas para que as crianças se divirtam sem a necessidade dos pais para controlá-las a todo tempo.

Veja algumas soluções desenvolvidas por alguns condomínios. Provavelmente você vai encontrar aqui algo que possa aproveitar no local onde você mora. Entenda as necessidades do seu condomínio e não generalize. Cada lugar é caracterizado pelo conceito que as pessoas têm a respeito de barulho e incômodo.

 

1 – Ampliação da área de lazer e introdução de equipamentos/brinquedos para entreter as crianças.

 

2 – Utilização do salão de festas durante a semana para o desenvolvimento de atividades infantis, como arte, reciclagem ou oficinas de leitura.

 

3 – Um dos fatores que geram a maior quantidade dos problemas são as crianças que brincam sem a presença de um adulto, o que pode gerar acidentes em escadas e elevadores. É preciso ter em mente que não é tarefa do síndico cuidar das crianças.

 

4 – Crianças muito pequenas (menores de cinco anos) não devem, em hipótese alguma, ficar sozinhas, sem a presença de um adulto, tanto em áreas mais calmas como, principalmente, na piscina do prédio.

 

5 – A busca do diálogo entre os pais é, sem sombra de dúvida, a melhor opção na resolução de certos desencontros. É a partir das reuniões de condomínio que as melhores ideias surgem para a convivência de adultos e crianças dentro dos condomínios.

 

6 – Contratação – por parte das famílias que têm crianças – de uma pessoa que cuide especificamente delas. Isso geraria menos constrangimentos, pois os pequenos teriam alguém que os protegesse e que limitasse as suas ações em áreas comuns.

 

Quer saber mais sobre regras para crianças em condomínio? Procure a administradora do condomínio e esclareça todas as suas dúvidas.