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Feliz Ano Novo!

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Após um ano de muito trabalho, repleto de incertezas e insegurança, a Adaplan sente-se orgulhosa por ter composto grandes momentos e vencidos muitos desafios. Agradecemos à equipe Adaplan, que com brilhantismo alcançou os resultados necessários para vencermos todos os obstáculos que surgiram e a nossos clientes, amigos e parceiros  pela confiança!

Desejamos a todos um Ano Novo repleto de realizações, saúde e tranquilidade! Conte conosco!

POLÍTICA DE PRIVACIDADE ADAPLAN

Introdução

Nós da ADAPLAN estamos comprometidos em respeitar a privacidade, proteção de dados pessoais e a segurança de dados e tratar os dados pessoais coletados em conformidade com as legislações relativas à privacidade e proteção de dados pessoais no Brasil, tais como a Lei nº 12.965/14 (Marco Civil da Internet), Lei nº 13.709/2018 (LGPD), entre outras normas nacionais e internacionais relativas à privacidade e proteção de dados pessoais.

Com esta Política de Privacidade (“Política”) queremos deixar claro de forma objetiva e transparente como realizamos o tratamento de dados pessoais coletados.

A ADAPLAN realiza diversas operações de tratamento dados pessoais, podendo ser caracterizada como Controlador ou Operador de Dados Pessoais, de acordo com as definições da LGPD, reforçando, em todas as posições que ocupar, o seu compromisso com o cumprimento das regras de privacidade e proteção de dados pessoais aplicáveis.

Esta Política se aplica (i) aos proprietários ou titulares de unidades em condomínios por nós administrados, (ii) aos proprietários ou titulares de imóveis (locação) por nós administrados, (iii) pretendentes a locação, compra ou de venda imóveis; (iv) visitantes, moradores ou ocupantes de imóveis nas condições acima, (v) responsável de unidades do CONDOMÍNIO ou de imóveis por nós administrados, (vi) empregados de CONDOMÍNIOS administrados e seus dependentes; (vii) a todos os terceiros, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas que atuam para ou em nome do CONDOMÍNIO ou para clientes em operações que envolvam tratamento de dados pessoais, que sejam realizadas no escopo das atividades conduzidas pela ADAPLAN, (viii) aos agentes de tratamento de dados pessoais externos, que de qualquer forma se relacionem com a ADAPLAN para prestação de serviços a CONDOMÍNIOS, Venda, Compra e Locação de Imóveis, cujos dados pessoais são tratados pelo CONDOMÍNIO e demais clientes acima mencionados.

Esta Política de Privacidade poderá ser atualizada, razão pela qual convidamos o Titular a consultar periodicamente este documento.

Definições

Titular de Dado Pessoal (Titular): pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento;

Dado Pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável;

Dado Pessoal Sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural;

Dado Anonimizado: dado relativo a titular que não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de seu tratamento;

Controlador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais;

Operador: pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador;

Encarregado: pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD);

Tratamento: toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração;

Anonimização: utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no momento do tratamento, por meio dos quais um dado perde a possibilidade de associação, direta ou indireta, a um indivíduo;

Consentimento: manifestação livre, informada e inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada;

Autoridade nacional de Proteção de Dados (ANPD): órgão da administração pública responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento desta Lei em todo o território nacional

Princípios

A ADAPLAN cumprirá com os seguintes princípios de proteção de dados pessoais quando do tratamento de dados pessoais:

Finalidade: Realizará o tratamento de dados pessoais apenas para propósitos legítimos, específicos e explícitos, inerentes à sua atividade, sem possibilidade de tratamento de forma incompatível com essas finalidades; 

Adequação: Realizará o tratamento de dados pessoais de forma compatível com as finalidades informadas ao titular de dados, e de acordo com o contexto do tratamento;

Necessidade: O tratamento de dados pessoais realizado pela ADAPLAN será limitado ao necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento; 

Livre acesso: a ADAPLAN garantirá aos titulares de dados pessoais a consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados, salvo as exceções legalmente amparadas e confidenciais, a exemplo de imagens de CFTV;

Qualidade dos dados: a ADAPLAN garantirá, aos titulares de dados pessoais, a exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento; 

Transparência: a ADAPLAN garantirá, aos titulares de dados pessoais, informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento, observados os segredos comercial e industrial; 

Segurança: a ADAPLAN utilizará medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão; 

Prevenção: a ADAPLAN adotará medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais; 

Não discriminação: a ADAPLAN não tratará dados pessoais para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos; 

Responsabilização e prestação de contas: a ADAPLAN se compromete a adotar medidas eficazes e capazes de cumprir as normas de proteção de dados pessoais, e a eficácia dessas medidas.

Quais dados pessoais coletamos?

Os dados que a ADAPLAN pode tratar são:

  •         Dados coletados de condôminos e moradores de condomínios administrados: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, etc.
  • Dados de funcionários e dependentes de condomínios administrados: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, dados financeiros, etc.
  • Dados dos visitantes: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, etc.
  • Dados coletados de proprietários de imóveis destinados à locação e venda: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, dados financeiros e documentos imobiliários, etc.
  • Dados coletados de pretendentes à compra ou locação de imóveis por nós comercializados: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, documentos pessoais e financeiros, etc.
  • Dados coletados de fornecedores e representantes de empresas que prestam serviços à empresa ou aos nossos clientes: Nome, sobrenome, RG, CPF, imagem (foto e vídeo), biometria, documentos pessoais e financeiros, etc.

Dados sensíveis Dados pessoais sensíveis se refere a várias categorias de dados pessoais identificadas por leis de privacidade de dados como aqueles dados que necessitam de tratamento especial, incluindo em algumas circunstâncias a necessidade de obter seu consentimento do titular de dados. O tratamento de dados pessoais sensíveis merecem da empresa maior atenção, fazendo em conformidade com o art. 11 e seguintes da LGPD.

Dados de crianças e adolescentes

Importante esclarecer que estamos preocupados em proteger a privacidade de crianças e adolescentes. Caso haja o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes, esses dados serão tratados com o mesmo nível de cuidado exigido e oferecido aos dados pessoais sensíveis, mas também estarão sujeitos às disposições próprias estabelecidas no Capítulo II, Seção III, da LGPD, e outras normas específicas aplicáveis.

Coleta de dados não previstos expressamente.

Eventualmente, outros tipos de dados não previstos expressamente nesta Política de Privacidade poderão ser coletados, em especial para fornecer serviços, produtos e facilidades aos seus clientes, desde que inerentes à sua atividade, sejam fornecidos com o consentimento do Titular, ou, ainda, que a coleta seja permitida ou imposta por lei.

Como e por que suas informações são usadas?

A ADAPLAN, poderá usar seus dados pessoais para vários propósitos diferentes, que podem incluir:

• cumprir ou possibilitar o cumprimento de obrigações dos condomínios ou de seus condôminos, seja por força de contrato, de lei; de Convenção ou Regulamento Interno, entre outros;

• ordens de processamento que o titular submeteu;

• cumprimento das obrigações do condomínio sob quaisquer contratos celebrados entre o titular e o condomínio;

• envio de comunicações aos titulares;

• em decorrência de obrigação condominial ou convencional, etc;

• desenvolvimento comercial, cumprimento contratual ou legal inerentes à atividade imobiliária (locação e vendas) e administração de condomínios;

• cumprir ou possibilitar o cumprimento de obrigações contratuais relativos à administração de imóveis ou sua intermediação, relativos aos seus proprietários, titulares, representantes legais, inquilinos e pretendentes, entre outros.

Por quanto tempo os dados pessoais são mantidos?

A ADAPLAN manterá os dados pessoais dos Titulares pelo tempo necessário para o atingimento da finalidade, sendo que o tempo para a retenção dos dados pessoais dos Titulares podem ser determinados por considerações contratuais e legais.

Os dados pessoais dos Titulares poderão ser conservados após o término de seu tratamento nas seguintes hipóteses:

– para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;

– para estudo por órgão de pesquisa, garantida, sempre que possível, a anonimização dos dados pessoais;

– para a transferência a terceiro, desde que respeitados os requisitos de tratamento de dados dispostos na legislação;

– para uso exclusivo do controlador, sem acesso por terceiro.

Quem tem acesso aos dados pessoais?

A ADAPLAN poderá divulgar os dados pessoais de Titulares com terceiros, a fim de alcançar os outros propósitos estabelecidos nesta política. Esses terceiros podem incluir prestadores de serviços, fornecedores, agentes, instituições bancárias, subcontratados e outras organizações associadas com o propósito de completar tarefas e fornecer serviços ao Titular em nome do condomínio, condôminos, locadores, locatários e pretendentes a compra e venda de imóveis.

No entanto, quando a ADAPLAN usa esses terceiros, divulga apenas os dados pessoais necessários para a prestação dos serviços contratado, devendo os mesmos seguirem os preceitos da LGPD.

Processamento Legal

Todas as operações de tratamento de dados pessoais no âmbito das atividades exercidas pela ADAPLAN, terão uma base legal que legitime a sua realização, com estipulação da finalidade e designação dos responsáveis pelo tratamento.

A realização de operações de tratamento de dados pessoais fornecidos pelo controlador deverão seguir as regras legais, podendo ser mediante o fornecimento de consentimento pelo titular de dados pessoais; para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador; para a realização de estudos por órgão de pesquisa; quando necessário para a execução de contrato ou de procedimentos preliminares relacionados a contrato do qual seja parte o Titular, a exemplo das regras e obrigações condominiais, inclusive para o benefício do Titular ou de procedimentos preliminares relacionados a este contrato/convenção condominial; para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral; para a proteção da vida ou da incolumidade física do titular dos dados ou de terceiros; para a tutela

da saúde, em procedimento realizado por profissionais da área da saúde ou por entidades sanitárias; quando necessário para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiros, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular dos dados que exijam a proteção dos dados pessoais; para a proteção do crédito, inclusive quanto ao disposto na legislação pertinente.

Seus Direitos

Os titulares de dados pessoais possuem os seguintes direitos, conferidos pela Lei de Proteção de Dados Pessoais, tal como estabelecido nos artigos 17 e 18 da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, tal como: direito de confirmação e acesso; direito de retificação, direito à eliminação dos dados; direito à limitação do tratamento dos dados, entre outros.

Mantendo suas informações seguras

A ADAPLAN se compromete a aplicar as medidas técnicas e organizativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão de tais dados.

Para a garantia da segurança, serão adotadas soluções que levem em consideração: as técnicas adequadas; os custos de aplicação; a natureza, o âmbito, o contexto e as finalidades do tratamento; e os riscos para os direitos e liberdades do Titular.

O site utiliza certificado SSL (Secure Socket Layer) que garante que os dados pessoais se transmitam de forma segura e confidencial, de maneira que a transmissão dos dados entre o servidor e o Titular, e em retroalimentação, ocorra de maneira totalmente cifrada ou encriptada.

No entanto, a ADAPLAN se exime de responsabilidade por culpa exclusiva de terceiros, como em caso de ataque de hackers ou crackers, ou culpa exclusiva do Titular, como no caso em que ele mesmo transfere seus dados a terceiro. A ADAPLAN se compromete, ainda, a comunicar o Titular em prazo adequado caso ocorra algum tipo de violação da segurança de seus dados pessoais que possa lhe causar um alto risco para seus direitos e liberdades pessoais.

Do Encarregado de Proteção de Dados

O encarregado de proteção de dados é o profissional responsável pelo tratamento dos dados, nos termos da Lei de Proteção de Dados Pessoais e de outras disposições de proteção de dados presentes na legislação nacional e internacional, em cooperação com a ANPD.

O encarregado de proteção da ADAPLAN pode ser contatado pelo e-mail adaplan@adaplan.com.br.

Uso de ‘cookies’

Cookies são pequenos arquivos de texto enviados pelo site da administradora ao computador do Titular e que nele ficam armazenados, com informações relacionadas à navegação do site.

Por meio dos cookies, pequenas quantidades de informação são armazenadas pelo navegador do Titular para que nosso servidor possa lê-las posteriormente. Podem ser armazenados, por exemplo, dados sobre o dispositivo utilizado pelo Titular, bem como seu local e horário de acesso ao site.

Os cookies não permitem que qualquer arquivo ou informação sejam extraídos do disco rígido do Titular, não sendo possível, ainda, que, por meio deles, se tenha acesso a informações pessoais que não tenham partido do Titular ou da forma como utiliza os recursos do site.

É importante ressaltar que nem todo cookie contém informações que permitem a identificação do Titular, sendo que determinados tipos de cookies podem ser empregados simplesmente para que o site seja carregado corretamente ou para que suas funcionalidades funcionem do modo esperado.

As informações eventualmente armazenadas em cookies que permitam identificar um Titular são consideradas dados pessoais. Dessa forma, todas as regras previstas nesta Política de Privacidade também lhes são aplicáveis.

Mudanças nesta política

A ADAPLAN poderá realizar atualizações para melhorias e adequações quanto a governança e a manutenção de boas práticas de acordo com a legislação vigente, sendo que sempre publicará a versão atualizada no seu site ou fixará no quadro de aviso do empreendimento, levando também a conhecimento dos condôminos os termos ajustados na próxima Assembleia a ser realizada.

Revisão desta Política

A ADAPLAN mantém Política de Privacidade sob revisão regular, sendo que a presente versão desta Política de Privacidade foi atualizada pela última vez em: 15/07/2021.

Comunicações

O titular de dados poderá exercer os seus direitos por meio de comunicação escrita enviada a ADAPLAN, especificando:

– Nome completo ou razão social, número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas, da Receita Federal do Brasil) ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, da Receita Federal do Brasil) e endereço de e-mail do titular e, se for o caso, do seu representante;

– Identificação de onde é nosso cliente (Nome do Condomínio, endereço e unidade), bem como cópia de comprovante de titularidade, contrato de locação, compra e venda, entre outros;

– Direito que deseja exercer;

– Data do pedido e assinatura do titular;

– Todo documento que possa demonstrar ou justificar o exercício de seu direito.

O pedido deverá ser enviado ao e-mail: adaplan@adaplan.com.br, ou por correio, ao seguinte endereço: Av. São Luis, 50 – Cj.131ª – Republica _ Cep: 01046-000.

Posso alugar ou vender minha vaga de garagem?

Sim, você pode vender ou alugar a sua vaga, desde que isso não seja expressamente proibido pela Convenção do Condomínio.

Normalmente essa negociação é permitida quando feita a outro condômino e, no caso de venda, a vaga possua uma matrícula (Lei Federal nº 12.607, de 4 de abril de 2012).

A recomendação é que, caso o proprietário decida por comercializar sua vaga, procure uma empresa ou profissional de imóveis para assessora-lo.

Condomínios podem proibir Aplicativos de Hospedagem?

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), repetiu o entendimento que já havia sido adotado pela 4ª Turma, de que o condomínio pode proibir as locações de curtíssima duração.

A diferença é que uma decisão fala em aprovação de assembleia de condôminos por quórum qualificado (dois terços das frações ideais), com a modificação da Convenção de Condomínio e a outra, em resumo, acatou a proibição aprovada em assembleia.

Os julgados acima mencionados são muito significativos, pois tratam da possibilidade dos condomínios restringirem o uso de aplicativos de hospedagem, todavia, não possuem força vinculante para os demais componentes do Poder Judiciário, que estão livres para adotar outro entendimento sobre a questão

Embora referidas decisões, provavelmente, servirão de referência até que o tema esteja completamente pacificado, a cautela recomenda tratar do assunto de forma expressa na Convenção de Condomínio, adaptando-a à vontade democrática dos condôminos, de forma a permitir ou vedar o uso dos aplicativos, pela aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos, conforme o disposto no art. 1.351 do Código Civil.

Sol, Criança e Piscina.

O calor está de volta e uma das maiores preocupações dos Pais também, a refrescante Piscina!

Todos sabemos o amor incondicional que a criançada tem pela piscina e que não existem limites para brincadeira ficar cada vez mais divertida.

Por isso, seguem algumas dicas de segurança para que a diversão seja garantida:

  • Estrutura da piscina

Sempre prestar atenção na parte interna da piscina, se existe algum azulejo solto ou quebrado no fundo e nas laterais da piscina, ou alguma borda rachada que possa ferir a criança.

  • Profundidade

Jamais deixe a criança sozinha na piscina, mesmo a piscina sendo rasa.

As crianças se movimentam o tempo todo, podendo sentir cãibras, cansaço ou tonturas, por isso é essencial a presença de um adulto.

  • Boias e coletes salva-vidas

Esteja sempre por perto! Não confie plenamente nas boias e coletes, pois elas podem furar ou machucar. Evitem boias que virem facilmente, como as boias redondas.

  • Tempo chuvoso ou frio

Se estiver na piscina e o tempo mudar repentinamente, saia da piscina para evitar exposição aos raios.

  • Produtos químicos

Em alguns casos, o cloro pode provocar ressecamento e irritação para pele das crianças além de poder irritar as mucosas (respiratórias e ocular)

  • Preste atenção nos equipamentos de sucção

Uma das maiores causas de acidentes com crianças na piscina são os equipamentos de sucção. Por isso, oriente-as para que fiquem longe de ralos e pontos como esses.

Campeões!

No feriado de 15/11, O Texas Society, patrocinado pela Adaplan, venceu o 47° Camp Bola Show na Arena Moska Futebol 7. O resultado final da partida ficou em 4×3 para equipe do Texas.

Adaplan apoia todo tipo de esporte e falando de futebol, a paixãonacional, fica fácil entender nosso apoio. Vale a pena cada esforço para ser campeão!Cada chute, cada defesa do goleiro, cada carrinho do zagueiro e o mais importante, cada gol marcado!

Nós da Adaplan, parabenizamos a equipe do Texas Society por mais um título conquistado!

Golpe do delivery

Reprodução: Freepik

Golpes na hora do pagamento crescem mais de 186%, segundo Procon SP.

Por conta da pandemia da Covid-19, houve um enorme crescimento de compra por aplicativo de delivery e com o aumento vieram os golpes na hora do pagamento.

Segundo Procon SP, houve crescimento de 186% de reclamações envolvendo esse tipo de golpe, “Em 2020, de janeiro a maio, foram registradas 87 queixas contra Ifood, Rappi e Uber eats. Já em 2021, a contagem foi de 249 casos”.

Por isso, sempre lembre-se de:

  • Evitar utilizar máquina com o visor quebrado ou que não permita a leitura dos dados;
  • Conferir o valor da compra e, de preferência, pagar somente no aplicativo;
  • Não passar os seus dados por telefone;
  • Desconfiar caso o entregador informe que é necessário pagar algum valor extra;
  • Caso tenha alguma dúvida, deve entrar em contato com o local onde pediu a comida;

Crianças no condomínio

A infância e a adolescência são momentos inesquecíveis da vida de todos, os palcos das brincadeiras, do riso, da correria e do choro. As crianças são muito especiais, trazem alegria ao meio ambiente e merecem um cuidado especial, pois são muito vulneráveis. Nos condomínios residenciais, as crianças estão sempre presentes, pois muitas famílias preferem criar seus filhos em um ambiente mais seguro, longe das ruas das grandes cidades, pois costumam ter mais estruturas como espaços verdes, parques infantis e principalmente para filtrar em maior grau as pessoas que circulam no local, feita pela portaria.

Alguns cuidados são de responsabilidade do condomínio, como a manutenção do playground e de todas as áreas comuns. Mas nem todas as obrigações devem recair sobre o condomínio: os pais e responsáveis ​​também devem estar atentos a eles.

Freepik: Happy kids playing on slide

As regras de segurança devem ser ajustadas e seguidas pelas crianças e por seus responsáveis, evitando-se acidentes. Por essa razão, crianças menores de 10 anos não devem ficar desacompanhadas nas áreas comuns, assim como não podem utilizar os elevadores e áreas das piscinas sem a devida supervisão.

O zelador e os funcionários do condomínio não são responsáveis ​​por cuidar individualmente das crianças, cabendo a eles apenas a fiscalização do cumprimento das regras de segurança.

Portanto, os pais têm a responsabilidade de não permitir que seus filhos andem sozinhos pelo condomínio antes da idade adequada, a não brincar em escadas, elevadores e locais com acesso de veículos ou qualquer tipo de risco à integridade das mesmas.

Viver em um condomínio exige respeito para manter a boa convivência entre os condôminos, isso também se aplica às crianças, que devem respeitar as áreas comuns e demais usuários. De vez em quando podem acontecer pequenos desentendimentos, que devem ser resolvidos com maturidade e bom senso, evitando maiores desgastes.

Cuidando adequadamente dos filhos do condomínio, é possível melhorar a convivência e a qualidade de vida de todos!

Vistoria na Locação de Imóvel

A vistoria é a inspeção feita pessoalmente no imóvel, verificando todos os detalhes estruturais, decorativos e de habitabilidade, ou seja, se está em condições de ser habitado. Este é um passo básico na locação de imóvel, seja no momento de sua entrada como no de sua saída, sendo uma garantia importante para os proprietários e inquilinos, assegurando que todos estejam protegidos, contra eventuais abusos de qualquer parte.

Via de regra, se estipula cláusula contratual estabelecendo que o locatário deve devolver a propriedade locada ao proprietário na forma encontrada no início do contrato. Se a pintura for nova, deve ser pintada com a mesma cor; se o carpete for novo ou limpo, é necessário limpá-lo ou até substituí-lo.

Alguns pontos-chave precisam ser seguidos, observando-se uma espécie de roteiro de vistoria, no intuito de não deixar escapar nada. Por exemplo, durante o processo de fiscalização.

reprodução: Internet

O documento de vistoria, por óbvio, não serve para detectar problemas ocultos de elétrica, encanamento, infiltrações, entre outros, mas aponta para aquilo que é aparente, devendo ser redigido e firmado pelas partes (mesmo que de forma digital, se assim for contratualmente estabelecido), que fará parte do contrato de locação, evitando questionamentos futuros.

Não deixe escapar detalhes como:

  • Paredes, pisos, pintura exterior e interior – devem ser especificadas as características das paredes, desde os materiais utilizados até às tintas utilizadas, as condições, se a casa está totalmente pintada, se existem manchas que indiquem o início de infiltração, o tipo de piso, o estado de conservação, se o piso apresenta rachaduras.
  • Sistemas elétricos e hidráulicos – É importante que todas as tomadas e interruptores sejam testados durante a inspeção. Verifique se há algum tipo de vazamento no sistema hidráulico e no funcionamento de todas as torneiras, ralos e chuveiros da propriedade.
  • Portas, janelas, fechaduras e maçanetas – verifique se há trincos ou sinais visíveis de ferrugem, se a fechadura funciona normalmente e se o puxador está fixo.
  • Móveis – Para imóveis que foram reformados, é importante especificar todos os itens, como móveis, armários, decorações, eletrônicos e eletrodomésticos, e indicar a marca, estado e testes

Ao final da locação, qualquer dano deve ser reparado, salvo aqueles pequenos decorrentes do desgaste e uso normal da coisa, portanto, para evitar problemas na entrega das chaves, um relatório de inspeção deve ser elaborado imediatamente após a assinatura do contrato.

Esta vistoria será repetida quando da relocação do imóvel, podendo ser utilizado ainda outras ferramentas para aumentarem sua confiabilidade e visualização, como fotos, vídeos, croquis, etc.

O importante é não deixar de fazer a vistoria, cabendo ao proprietário e inquilino analisarem com bastante cuidado o que está sendo descrito, para não terem dissabor futuro.

A importância da qualificação do síndico para uma gestão condominial eficiente

O síndico é o gestor da vida do condomínio, sendo que dentre as suas funções está zelar pelos interesses comuns dos residentes, respeitando as normas internas e diligenciando pela proteção e manutenção dos espaços comuns.

Há alguns anos atrás, esses cargos eram ocupados por profissionais aposentados, geralmente pessoas de meia-idade, que dispunham de “tempo livre” para solucionar eventuais problemas.

Mas o modelo atual de gestão de condomínios, com a quantidade de obrigações e responsabilidades que foram sendo criadas, exige que essas pessoas tenham qualificações específicas. O maior problema da área está intimamente relacionado à falta de experiência em gestão de condomínios, pois embora ajude, não basta a formação teórica.

O síndico é quem representa e administra o condomínio, devendo utilizar seu conhecimento e bagagem nas ações administrativas durante o seu mandato, baseando-se em regras comuns de experiência, no propósito e nos costumes do condomínio.

Smiling business man in eyeglasses sitting by the table in cafe with laptop computer while using smartphone and writing something

Claro que o suporte de uma administradora de condomínios é importantíssimo para que os síndicos exerçam tranquilamente suas funções, mesmo os de “primeira viagem”, lhes possibilitando cumprir as obrigações condominiais legais e exercer o papel de gestor, mesmo que não conheçam ou não dominem todas as funções de gestão.

Apesar da lacuna que ainda existe na preparação para o encargo, o início da “carreira de síndico” geralmente começa com a participação mais ativa nas assembleias, auxiliando o atual síndico, e ou como Conselheiro, no intuito de ir adquirindo experiência nas questões condominiais.

Quando nos referimos à experiência condominial, nos referimos não só a aprender questões legais, mas também o traquejo e jogo de cintura para lidar com funcionários e condôminos.

Por isso é imprescindível que o síndico, acima de tudo, tenha paciência, goste de tratar com pessoas, tenha boa capacidade de comunicação, seja justo e atencioso, ou seja, saber agir com inteligência emocional diante da questão que lhe é apresentada.

Pelo alto nível de exigência e capacitação que se exige é que cada vez mais tem se optado por síndicos profissionais, mas uma coisa é comum a todos, a qualificação não pode ser somente técnica, formal e legal, mas também de gestão e comunicação com pessoas.